MIGUEL CASTRO CALDAS - Lá vem o dia.
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MIGUEL CASTRO CALDAS

BIO

Miguel Castro Caldas escreve para a cena e para o papel, traduz e dá aulas de dramaturgia na licenciatura de Teatro na Escola Superior de Artes e Design. Publicou Queres Crescer e Depois Não Cabes na Banheira, Ambar (2002) e As Sete Ilhas de Lisboa, Ambar, (2004), Nunca Terra em vez de Peter Pan, Primeiros Sintomas (2005), O Homem do Pé Direito / O Homem da Picareta (2005); Casas / Comida / Repartição (2008), Artistas Unidos/Cotovia; Levantar a Mesa, Revista Artistas Unidos (2008); Nós Numa Corda, Culturgest (2010), – Não tenho a tua vida, Revista Fatal (2011), Comida, Douda Corrreria (2014), Sabotage, Douda Correria (2014), Como assim levantados do chão, Revista Blimunda, nº30 (2014), Chaconne ou a arte de mudar de assunto, Douda Correria (2015), Diálogos, Culturgest (2015). Publicou poesia nos livros colectivos: Voo Rasante, Mariposa Azual (2015) e De Natura, Mariposa Azual (2015).

Traduziu Samuel Beckett, Harold Pinter, Ali Smith, William Maxwell, Joyce Carol Oates, Salman Rushdie, Senel Paz, entre outros.

 

Nome:

José Castro Caldas

Idade:

34 anos

Cidade:

Lisboa

Curso

Arquitectura