A EQUIPA - Lá vem o dia.
15515
page,page-id-15515,page-template,page-template-full_width,page-template-full_width-php,ajax_fade,page_not_loaded,,side_area_uncovered_from_content,qode-theme-ver-7.6.2,wpb-js-composer js-comp-ver-4.6.2,vc_responsive

A EQUIPA

“LÁ VEM O DIA” CHAMA-SE O FILME.
SOMOS TODOS A FAZER COM QUE ELE VENHA.

Mercês Tomaz Gomes nasceu em Lisboa em 1977. Licenciou-se em arquitectura em 2000 e durante o ano de 2001 trabalhou no atelier do arquitecto João Pedro Falcão de Campos. Em 2002 seguiu para a Dinamarca onde estudou na European Film School. Entre 2004 e 2005 viveu em Mumbai na Índia onde desenvolveu, produziu e realizou o documentário A Ilha da Boa Vida. O documentário, baseado numa técnica de sequência de fotografias, teve um extenso percurso por festivais nacionais e internacionais e recebeu o prémio para melhor Documentário Experimental no Festival Internacional do Documentário de Barcelona DOCUPÓLIS 07 em 2007. Em 2009, frequentou o curso Fotografia Aplicada e Projectos no Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação de Lisboa e em 2012, no Atelier de Lisboa, desenvolveu um projecto em fotografia de grande formato sob a orientação do fotógrafo Daniel Malhão. Expôs o seu trabalho, de fotografia e vídeo, em três exposições colectivas e uma exposição individual intitulada “Um Tempo”. Actualmente baseada em Lisboa, desde 2005 que Mercês divide o trabalho entre a fotografia e a realização. Trabalha em colaboração com arquitectos na divulgação dos seus projectos (formato filme ou fotografia) tendo como tema o processo de construção e obra construída. É fotografa de cena em cinema e publicidade.

Mercês Tomaz Gomes

REALIZAÇÃO

Miguel Castro Caldas escreve para a cena e para o papel, traduz e dá aulas de dramaturgia na licenciatura de Teatro na Escola Superior de Artes e Design. Publicou Queres Crescer e Depois Não Cabes na Banheira, Ambar (2002) e As Sete Ilhas de Lisboa, Ambar, (2004), Nunca Terra em vez de Peter Pan, Primeiros Sintomas (2005), O Homem do Pé Direito / O Homem da Picareta (2005); Casas / Comida / Repartição (2008), Artistas Unidos/Cotovia; Levantar a Mesa, Revista Artistas Unidos (2008); Nós Numa Corda, Culturgest (2010), – Não tenho a tua vida, Revista Fatal (2011), Comida, Douda Corrreria (2014), Sabotage, Douda Correria (2014), Como assim levantados do chão, Revista Blimunda, nº30 (2014), Chaconne ou a arte de mudar de assunto, Douda Correria (2015), Diálogos, Culturgest (2015). Publicou poesia nos livros colectivos: Voo Rasante, Mariposa Azual (2015) e De Natura, Mariposa Azual (2015). Traduziu Samuel Beckett, Harold Pinter, Ali Smith, William Maxwell, Joyce Carol Oates, Salman Rushdie, Senel Paz, entre outros.

Miguel Castro Castro

ARGUMENTO

Mestrado em Arquitectura pela UAL em 2007. Em Portugal trabalha nos escritórios de Arq. Falcão de Campos e depois Arq. Eugénio Castro Caldas. Em 2010, com a bolsa inovart trabalha com os Adamo-Faiden na Argentina e em paralelo colabora com a ONG, ``Un techo para mi pais``. Na Amazónia desenha/acompanha/ajuda na construção de duas construções comunitárias. A convite da DA/UAL é Tutor no Workshop “Noutra Costa” do DA/UAL. e “Comissão de acompanhamento” do Workshop “In Situ” em Almada.

José Castro Caldas

CENÁRIO

Madalena Manzoni Palmeirim nasceu em 1987 em Lisboa. Mestre em Estudos Ingleses e Americanos, especialização em Estudos Inter-Artes, e licenciada em Artes do Espectáculo pela FLUL, fez ERASMUS em 2008 na Universiteit van Amsterdam. Foi bolseira do CEAUL (2009-2013), onde é ainda investigadora na área de cinema e música. Na área da música fundou em 2009 o projecto nome comum com quem editou o EP “A quem possa interessar” (2011) e o LP “Cuco” (2013). Lançou o projecto week in week out - para o qual compôs e gravou uma canção por semana, durante todas as segundas feiras de 2014. Em 2015 apresentou o seu primeiro trabalho a solo com o EP de estreia “Mondays”. Tem também trabalhando em música para cena.

Madalena Palmeirim

BANDA SONORA

ARTISTAS

Martinho Pita é um criativo residente em Lisboa. Licenciado em Arquitectura e Artes pela ECA (Edinburgh College of Art), em 2007, trabalhou em vários ateliers de arquitectura como Aires Mateus e João Pedro Falcão de Campos (Lisboa). Em 2009, viajou para a Índia onde trabalhou com os Urbanouveau* e a ONG Sparcindia no desenvolvimento e implementação da “Incremental Housing Strategy” nas favelas de Yerawada, Pune. Em 2010 juntou-se ao atelier de arquitectura MVRDV, em Roterdão, e trabalhou juntamente com os Urbanouveau* no projeto “Connecting-Stockholm” em Estocolmo. No ano seguinte volta a trabalhar com os Urbannouveau no projeto TISA (The Informal School of Architecture), juntamente com 50 alunos na Cova do Vapor, uma das últimas aldeias piscatórias na região de Lisboa. Actualmente a viver em Lisboa, criou o Martinho Pita Studio, um estúdio de carácter multidisciplinar onde trabalha, a solo e em colaboração, nas diferentes áreas artísticas, design de produto, arquitectura e implementação de estratégias sociais. Os seus trabalhos retratam uma expressiva combinação entre tradição, inovação e paixão.
Conhece a peça do Martinho aqui: http://lavemodia.com/portfolio_page/bichoagdemartinhopita/

Martinho Pita

Maria Pita Guerreiro vive em Lisboa e é designer de produto. Além de design de produto, também estudou pintura e design gráfico, o que lhe deu uma outra visão sobre o design. O que mais a cativa são formas elementares, acreditando sempre que a simplicidade da forma é a chave para o seu trabalho. Ao fim de mais de um ano de colaboração com João Abreu Valente vão agora lançar-se com o novo projecto: o João e a Maria. Os trabalhos mais recentes focam-se em duas residências artísticas em que participou no Pico do Refúgio – Casas de Campo, na Ilha de S. Miguel, Açores; e no IKEA Bauhaussummer, em Dessau, Alemanha.

Maria Pita Guerreiro

Caio Palazzo é fotógrafo e vídeo-jornalista. Estudou Comunicação Social na ESPM e para além de colaborar com diversas publicações, como a Trip, TPM, Serafina e Vice, fazendo retratos e contando histórias, participa numa série de projectos de mini-documentários com foco social. Trabalhou com comunidades ribeirinhas para a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), onde acompanhou o núcleo de educação. Trabalha actualmente na Ponte Jornalismo.
http://lavemodia.com/portfolio_page/quadro-amazonia-de-caio-palazzo/

Caio Palazzo

Mafalda Maya tem 30 anos, é joalheira e vive em Lisboa. Iniciou o percurso artístico no Curso Geral de Artes da Escola António Arroio, em Lisboa, onde percebeu que, de todas as variantes artísticas, a joalharia era a que melhor transmitia o que queria expressar. Continuou a sua formação na Contacto Directo – Escola de Joalheiros e, após um ano de curso, foi para os Estados Unidos, de 2007 a 2009, onde viveu e trabalhou para uma família Americana, frequentando Manhattan nos tempos livres, que explorou feliz e livremente. Mantendo a vontade de aprender mais formas de criar, frequentou os cursos de Lampworking na UrbanGlass, em Brooklyn, onde trabalhou também como assistente da Professora Paloma Wasserstein, no ‘The Bead Project’. Foi onde teve a certeza de querer continuar a trabalhar e desenvolver esta técnica no seu país. De volta a Portugal e à escola de joalharia, participa num workshop de vidro com Kristina Logan, em Nice (França), alimentando o seu sonho de aliar a joalharia ao vidro. Terminou o curso em 2012 e tem investido desde então no atelier que partilha com duas joalheiras amigas, na Baixa da Lisboa. Apresentou recentemente, com Luísa Salvador, INFINITO, uma exposição dicotómica na emblemática Ourivesaria Sarmento, na Baixa Pombalina.
http://lavemodia.com/portfolio_page/voucher-de-mafalda-maia/

Mafalda Maya

Cécile Mestelan nasceu em 1988 em Bayonne, onde estudou belas artes na escola Les Rocailles. Em 2011, mudou-se para a Suíça onde fez o mestrado em Artes Visuais na HES-SO da ECAL/Lausanne. Cécile imprime delicadeza e descrição nas suas peças, onde os materiais brancos são reis (gesso, mármore e porcelana). As esculturas aparecem como imagens oníricas, onde ficção e realidade se encontram, os significados se alteram e onde o passado e o presente se misturam. Os seus objectos oferecem informações sobre as marcas do tempo, pistas para abordar a transmissão de conhecimentos, história ou alienação. Multicamadas de imagens que surgem na fragilidade e instabilidade e que põem em causa uma certa realidade.
http://lavemodia.com/portfolio_page/trapeza-de-cecile-mestelan/

Cécile Mestelan

Luísa Salvador (Lisboa, 1988) é artista plástica e investigadora. Licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes — Universidade de Lisboa (2009) e fez Mestrado em História da Arte Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas — Universidade Nova de Lisboa (2012). Actualmente, é doutoranda em História da Arte Contemporânea, também na FCSH-UNL, e investigadora no Instituto de História da Arte. A sua prática artística traduz-se em diferentes media, como desenho, fotografia, escultura, instalação e dispositivos espaciais, juntamente com escritos teóricos e algumas críticas de arte. Tem participado em várias exposições colectivas, e desde 2011 que desenvolve colaborações com outros artistas e arquitectos.
http://lavemodia.com/portfolio_page/mint-on-black-cluster-4-de-luisa-salvador/

Luísa Salvador

Manuel Amaral Netto nasceu em Lisboa em 1983 e licenciou-se na ESAD Caldas da Rainha, em 2006. Após os estudos trabalhou para vários designers entre Portugal, Itália e Holanda antes de se candidatar ao mestrado de Design de Produto da ECAL, Suíça, concluído com distinção em 2013. É co-fundador do estúdio FROM Industrial Design com dois outros ex-colegas da ECAL com quem apresenta uma colecção de produtos durante o Salão Satélite em Milão de 2014. São laureados com o 1º Prémio do Salão com o candeeiro Volta. O seu processo de trabalho procura a inovação através de uma cuidada observação do contexto em que se insere o projecto para uma consequente entrega de novas soluções para o nosso dia-a-dia.
http://lavemodia.com/portfolio_page/spout-de-manuel-amaral-netto/

Manuel Amaral Netto

Maria Ana Vasco Costa nasceu em Lisboa em 1981, onde vive e trabalha. Licenciada em Arquitectura desde 2004, foi para Londres onde trabalhou durante quatro anos. Em 2008, volta a Lisboa onde inicia o curso de cerâmica de autor no Ar.Co. Termina em 2014 o Curso Projecto Individual em Artes Plásticas no Ar.Co e fica co-responsável do Departamento de Cerâmica, tendo sido seleccionada no ano seguinte para o prémio Mostyn 19 Open, 2015. Tem participado em exposições colectivas como “Ar.Co Bolseiros e Finalistas (2014), Museu da Cidade, Lisboa (2015), Mostyn 19 open 2015 Mostyn Museum, Llandudno, Pais de Gales (2015), exposição “HZ” no Espaço AaZ em Lisboa (2014), ABECEDÀRIO 40 Anos do Arco in Museu do Chiado, Lisboa (2013).
http://lavemodia.com/portfolio_page/moldes-mutantes-de-maria-ana-vasco-costa/

Maria Ana Vasco Costa

João Brilha vive em Lisboa e é um entusiasta de várias coisas, entre elas a cerveja. Interessou-se pela produção artesanal de cerveja, um hobby onde fermenta muito do seu tempo para criar as MOSS. Já produziu 115 litros de cerveja de variados tipos: weiss, amber, ipa, red ale e belgium ale, num processo que considera desafiante e onde os segredos se vão acumulando com a experiência. Acima de tudo fascina-o a possibilidade de em casa poder criar cerveja, a sua própria cerveja, de diferentes tipos e para diferentes ocasiões, para partilhar com os amigos. A aspiração da MOSS é ser o combustível de muitas “reuniões de cerveja na mão”!
http://lavemodia.com/portfolio_page/moss-de-joao-brilha/

João Brilha

Carlota Joaquina é licenciada em arquitectura mas sempre soube que queria trabalhar com uma escala pequena. Começou a desenhar objectos em 2008, mas só agora sentiu fazer sentido mostrar o que faz na área do design de produto. Para isso, criou a marca caju (carlota joaquina) que dá a conhecer o seu conceito – ‘revelar a essência de cada objecto retirando matéria no seu desenho’ – presente em cada projecto. Carlota procura peças antigas que transforma em joalharia, recupera móveis que encontra na rua, veste espaços interiores com objectos seus ou escolhidos por si. Interessa-lhe o ritmo, a liberdade e a aprendizagem que estão presentes no acto de pensar/desenhar objectos.
http://lavemodia.com/portfolio_page/la-de-carlota-salema/

Carlota Joaquina

Paulo Sellmayer é um designer português/alemão baseado em Leiria, Portugal. É director criativo na VICARA e tem o seu próprio estúdio. Os seus interesses principais são a relação entre Homem->Natureza | Máquina/Objectos, as implicações culturais dos objectos, a sua materialidade e simbologia.
http://lavemodia.com/portfolio_page/pinha-de-paulo-sellmayer/

Paulo Sellmayer

João Abreu Valente licenciou-se em 2008 no curso de Design de Equipamento da Faculdade de Belas Artes de Lisboa e fez o mestrado em Contextual Design na Design Academy Eindhoven, em 2012. Desde 2006 que tem sido convidado para integrar exposições de design na Alemanha, Espanha, França, Holanda, Hungria, Itália e Portugal. Estabeleceu-se recentemente em Lisboa onde tem o seu próprio estúdio e trabalha em colaboração com Maria Pita Guerreiro. Em junho de 2013 abriu uma nova galeria de design contemporâneo, o Arquivo 237. João Valente interessa-se pela pesquisa de novos processos de produção e os seus trabalhos exploram a importância do processo, nomeadamente a sua possível diversidade e a forma como este determina e molda os objectos criados.
http://lavemodia.com/portfolio_page/teapot-de-joao-valente/

João Abreu Valente

Constança Antunes Clara vive e trabalha em Lisboa. Em 2009, licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, tendo também participado, durante esse período, em workshops de cerâmica nas Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, e num Curso de Pintura da Arte Ilimitada, em Lisboa. Em 2010, foi para Inglaterra onde fez uma pós-graduação em Belas Artes, na Central Saint Martins – Byam Shaw School of Art, Londres. Profissionalmente, Constança tem experiência em curadoria e direcção artística de vários projectos artísticos, quer em Portugal, quer em Inglaterra, tendo sido a mais recente na exposição “Circulo a dentro, imagem que sai fora”, no espaço T0 da Cave 211 da Avenida da Liberdade, em Lisboa. Constança Clara continua a criar e tem exposto o seu trabalho em várias exposições, como (FOR)MATTER, Atelier Concorde (Lisboa), Ministerium Arte, exposição colectiva no espaço de restauração e nocturno Ministerium (Lisboa), Colectivo de Artes Plásticas, SILOS – Contentor Criativo (Caldas da Rainha), No Limits, monumento comemorativo dos 100 anos da Faculdade de Ciências (Lisboa), entre outros.
http://lavemodia.com/portfolio_page/variacoes-de-circus-de-constanca-clara/

Constança Antunes Clara

Chloé Pais começou por estudar arquitectura, mas a necessidade de trabalhar directamente com os materiais e a construção levaram­-na a interromper o curso e a inscrever­-se no Instituto de Artes e Ofícios (IAO) da Fundação Ricardo Espírito Santo, em 2003. Antes disso, a sua relação com a marcenaria remontava para o tempo em que o seu bisavô̂ construía carros de bombeiros em madeira. Chloé especializou­-se em marcenaria e embutidos e criou, em 2007, o Atelier de São Vicente. Além de restauro, tem feito desenho e construção de peças originais. Colabora ainda em projectos de arquitectura e design, tendo participado na Experimenta Design 2013 com o projecto “Daxophone”, um instrumento musical de madeira que construíram a partir dos desenhos que o seu criador Hans Reichel publicou nos anos 80.
http://lavemodia.com/portfolio_page/supertebicileta-de-chloe-pais/

Chloé Pais

1998 Eng. Civil, Universidade Lusófona (Lisboa) 99/00 Fotografia IADE (Lisboa)
Ao mesmo tempo que iniciou um percurso profissional, a meio dos anos 90, como fotógrafo da revista “Surf Portugal”, enganou-se, por uns momentos, e entrou numa licenciatura em engenharia. Entre viagens, em busca de ondas e locais menos conhecidos, a fotografia acabou por ser o meio natural para descobrir as pessoas e os caminhos, e rapidamente o seu trabalho passou a estar exposto nas principais publicações nacionais, além de outras internacionais, como a “Onboard” e a “Surfing Mag”, assinando trabalhos de foto-jornalismo, desporto “extremo” e viagem. Entre 2002 e 2006 afastou-se da fotografia. Viveu em São Miguel, Açores, entre 2004 e 2008, onde voltou a interessar-se pelo uso da fotografia como processo de comunicação e arquivo de memória. Vive agora em Lisboa onde desenvolve projectos profissionais e como autor.
http://lavemodia.com/portfolio_page/detour-de-pedro-duarte-jorge/

Pedro Duarte Jorge

O seu trabalho existe no contexto do momento presente, fruto da experiência do lugar e do agora, recusando uma lógica pré-determinista ao abrir espaço para, simplesmente, acontecer. Inês utiliza ferramentas como o vídeo, a fotografia e a instalação como meios de expressão, trabalhando na concepção de objectos que nem sempre implicam uma transformação, mas o seu simples uso de forma descontextualizada e metafórica.

Inês Norton

Cristina Sena, alentejana de gema mas muito Cosmopolita. É uma apaixonada pelo mundo e pelas pessoas que nele habitam. Terminou o curso de Design Visual, no IADE em 2006. Trabalhou, entre outras agências, na Havas e na Bar e neste momento está a abraçar um novo projecto com o seu namorado Filipe na área da moda e da comunicação, com o lançamento e criação da sua própria marca de sapatos Nativus.
http://lavemodia.com/portfolio_page/nativushoes-de-cristina-sena/

Cristina Sena

Ana Clara Coutinho licenciou-se em Publicidade, mas trabalhou durante vários anos com moda, onde ganhou o gosto pelo desenho e trabalhos manuais. Assumiu-se como artista há três anos e desde aí que trabalha com ilustração e artes plásticas. Participou no maior evento de media no Brasil, onde produziu peças em tempo real (live painting) e criou colecções de móveis ilustrados em parceria com lojas de design.
http://lavemodia.com/portfolio_page/xxx-de-ana-clara-coutinho/
/

Ana Clara Coutinho

PRODUÇÃO E ANGARIAÇÃO

Em 2007, Vera agarrou a oportunidade de fazer o INOVcontacto na CBS Austrália e foi aí que começou a trabalhar na área do marketing digital. Depois de quase um ano de crescimento contínuo e sólido do seu conhecimento nesta área, voltou a Lisboa onde se juntou ao departamento criativo digital da Ogilvy em Lisboa. Durante um período de quatro anos, Vera teve a oportunidade de gerir marcas B2C em Portugal, o que contribuiu para ativar e otimizar não só a sua presença digital, mas também as suas estratégias CRM. No final de 2012, Vera mudou-se para Berlim em busca de um novo desafio e de uma oportunidade de trabalhar na mesma área, mas desta vez do lado do “cliente”. Essa oportunidade surge na ABURY, uma empresa social ligada ao ramo da moda, exercendo desde essa altura como Diretora de Marketing.

Vera Marques da Silva

Rita Clara

A Francisca disse que nunca ia crescer. A Francisca disse que nunca ia ser consultora. Também disse que nunca iria conseguir visitar 30 países diferentes antes dos 30 ou que nunca iria ter um slogan (``Com Francisca Carvalheira temos um Mundo à maneira``, autoria de José Castro Caldas). E que nunca ia entrar na equipa de um filme. Resumindo, a Francisca ainda não aprendeu que nunca se deve dizer nunca, porque as coisas acabam por acontecer.

Francisca Carvalheira

Pedro Miguel Oliveira é um cineasta português e mora em São Paulo há 5 anos. Pedro acredita que para se conhecer o mundo é preciso vivê-lo e tenta trazer isso para a sua vida e trabalho. Experenciar e experimentar é a sua maior fonte de conhecimento e acredita que a comunicação livre é o caminho para os desafios dos novos tempos.

Pedro Oliveira

Ana Dias

Mónica Marques é licenciada em marketing e publicidade pelo IADE, e com pós graduação em comunicação estratégica pela Universidade Nova de Lisboa. Mónica Marques ingressou no grupo United Colours of Benetton no início de 2007, como gestora de produto. No ano seguinte, iniciou actividade na EDP, na área de Comunicação de Marketing, onde permanece até hoje, tendo passado pela EDP Brasil em São Paulo, na área de Marca e Comunicação.

Mónica Marques

Mariana Sanchez Salvador é arquitecta e vive em Lisboa. Tem colaborado com vários ateliers no desenvolvimento de projectos de arquitectura e exposições, dentro dos quais se destaca a colaboração com o atelier Carrilho da Graça Arquitectos. À prática profissional alia a investigação, focada na forma como os espaços que habitamos são transformados pelas actividades ligadas à nossa alimentação: desde a paisagem e agricultura, até à casa e actividades culinárias, como a preparação e o consumo.

Mariana Sanchez Salvador

Teresa Casas-Novas licenciou-se em Tradução em 2007 por ter como uma das maiores paixões as línguas, mas também a construção de pontes entre o que se diz e o que se quer dizer. Apesar de nunca ter deixado totalmente a tradução, teve ao longo dos anos outras experiências profissionais, nomeadamente na área da educação e da cooperação internacional, em Portugal, Moçambique e Senegal. Fez o mestrado em Educação Internacional e Desenvolvimento em Inglaterra e trabalha actualmente na área da comunicação e políticas públicas de educação. Vive em Lisboa, a segunda cidade mais bonita do mundo - a primeira é Évora, onde nasceu - e gosta de complementar a vida com projectos interessantes como o Lá vem o dia.

Teresa Casas Novas

Diogo Simões licenciou-se em Engenharia Informática em 2007 e especializou-se na área das tecnologias móveis e novas tendências tecnológicas orientadas à criação de negócio. Nos últimos oito anos, passou por um Laboratório de I&DT onde coordenou projectos de inovação e trabalhou em consultoria de TIC, tendo feito a gestão de projectos na área da Banca, Seguros e Retalho. Apostou recentemente numa carreira de empreendedorismo onde procura contribuir com o seu conhecimento tecnológico em projectos inovadores e interessantes, como o Lá Vem o Dia.

Diogo Simões

Copywriter. Berlin.

Pedro Lourenço

Carmo Castro nasceu em Lisboa em 1982 e licenciou-se em Psicologia Organizacional com o objectivo de ingressar no mercado da comunicação. Complementou a sua formação na Universidade Autónoma de Madrid, tendo passado como profissional pelo Guia da Cidade, SAPO e BY Com, na gestão de projectos digitais, comunicação e gestão de parcerias. O interesse pela música tem sido uma constante ao longo de todo o seu percurso, o que a trouxe até ao Sofar Sounds. Carmo é atualmente co-responsável pela organização e promoção do mesmo em Portugal.

Carmo Castro

Florentine é facilitadora e empreendedora social. De nacionalidade holandesa, mas vive no Brasil desde 2009. Trabalhou durante 3 anos no Hub São Paulo, onde co-idealizou a Hub Escola e empreendeu o segundo espaço do Hub no bairro Vila Madalena. Além disso, encontra-se em actividade no CISV há mais de dez anos. Mora actualmente em Florianópolis e oferece cursos sobre facilitação, consciência intercultural e criatividade. Florentine está também a realizar o seu grande sonho: um hostel que será um espaço de aprendizagem colaborativo, onde ‘Global meets Local’ para criar novos projectos de mudança social.

Florentine Versteeg-Vedana